Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

CONCEITO DE KAIZEN


Kaizen é um verdadeiro foco na gestão de si próprio.
É uma palavra japonesa que quer dizer “melhoria contínua”.
Outro dia recebi uma história muito interessante, chamada “O Tesouro de Bresa”, onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro.
Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente começa a prosperar. Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência.
Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando, ou que já deram duro e agora podem se acomodar.
Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca.
A acomodação é o maior inimigo do sucesso!
Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino.
“O que você é” acaba sendo muito mais importante do que “o que você tem”.
A pergunta importante não é “quanto vou ter?”, mas sim “no que vou me transformar?”.
Não é “quanto vou ganhar?”, mas sim “quanto vou aprender?”.
Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje.
Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.
O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.
Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa.
Produz mais? Vale mais; ganha mais.
Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa.
É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.
É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas.
Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos.
Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.
Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida:
“Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje”.
Esse deveria ser o foco da sua atenção.
Não é preciso saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de “kaizen”), em diversas áreas da sua vida, sem parar. Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente/superficialmente pareça que não está melhorando. Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma… o de não mudar:
“Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve”.

Cirilo Veloso Moraes

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

SERES AGORA COM CHIP.

Não fizemos a mínima idéia de quantas informações nosso cérebro processa por segundo, dentre elas, a enorme quantidade de dados que não podemos esquecer e pensar, os quais são as chaves para nossa existência, mas isso é óbvio a todos os seres que refletem sobre como existimos. O que relatarei abaixo é algo que me intriga há algum tempo e que ontem minha mente expulsou de mim, transformando nas idéias que agora descrevo.
Dia 4 de junho, mês 6 no calendário, exatamente às 13 horas e 15 minutos, entro em uma agência do “Banco do Felipe” para retirar uma segunda via de meu cartão, agora com chip, pego uma ficha com o número 8031, que me dava direito de ser atendido nas mesas de número 06 a 10, porém ao subir no piso número 2 percebo que a retirada de cartões se dava no caixa de número 1, ali o fiz, mas antes respondi algumas perguntas, tais como o número de minha conta e agência, os quais sabia de cérebro. Passada a etapa de perguntas o rapaz me informa que devo desbloquear o novo cartão em um dos caixas do piso de número 0, ou térreo. Insiro o cartão, escolho as opções e chego a uma etapa em que dependo apenas de meu cérebro - a senha - sem problemas identifico o teclado e a digito até mesmo sem visualizar os números, rápido, menos de 2 segundos entre raciocínio e ação, essa última que se daria em mais tempo caso o teclado fosse em outra posição; logo após, as letras, essas sim, perdidas na tela entreverando minha mente jovem, fazendo os ocupantes da fila pensarem que sou lento, retardado ou algo assim, mas enfim, cartão desbloqueado e agora com chip.
Chegando em casa, acesso a internet, como de praxe entro em meu e-mail, antes disso é claro a senha, essa sim composta de letras ou números. Sigo minha viagem cibernética entrando em vários lugares que me dão acesso também através de senhas, chegando novamente ao “Banco do Felipe”, e agora é que são elas, número da conta, número da agência, e para piorar, uma nova senha de 8 dígitos, que mais uma vez sei de cérebro.
Quantos cadastros já fizemos e tivemos que relatar ou ver em nossa identidade nosso número de RG e CPF, sem contar com outros vários números que nos identificam como cartão de crédito, título de eleitor, telefone, e por ai vai. Todos esses constam em algum documento que acaba por engordar sua carteira, mas senhas, números e letras apenas nosso cérebro deve saber, pois muitas vezes se torna inseguro escrevê-las.
Não tenho conhecimento sobre o que a tecnologia esta propondo ou irá propor para que possamos parar de depender da boa vontade de nossa memória. Já assistimos a muitos filmes em que pessoas se identificam através de chips implantados em seus dedos, cérebro, orelha, etc. Isso pode parecer uma utopia, mas acredito que num futuro próximo, poderemos sim, sermos “fulanos de tal agora com chip”.
Quanto ao filme acima, assisti há alguns meses e não lembro bem a história, apenas recordo que fala sobre a obsessão pelos números, essa que se torna dependência a partir do momento em que necessitamos pensar incessantemente na multiplicação, divisão, soma e redução dos mesmos. Assim somos, máquinas humanas controladas por números, senhas e talvez chips.

“Felipe Estrela Campal”

Sábado, 10 de Maio de 2008

UMMAGUMMA

A primeira coisa que me passou pela cabeça quando observei esta imagem não foi descobrir o significado de seu título (Ummagumma), que significa algo relacionado a sexo , suruba ou alguma outra expressão piscodélica da época; o que mais me intrigou, foi como em 1969, sem a existência de nenhum recurso digital foi criada esta obra- prima.
Ummagumma, resume um fato que ocorreu esta semana em minha tentativa de ingressar como publicitário no mercado de trabalho, onde quase fui contratado por uma agência que optou por outro profissional com o mesmo potencial que eu, porém como um pouco mais de experiência em Corel Draw (software utilizado para montagem de peças publicitárias). Não faço a mínima idéia de quem criou está capa, mas uma certeza tenho, mesmo hoje com a digitalização fotográfica e os softwares que possibilitam a criação de praticamente tudo que uma mente pode imaginar, uma importante ferramenta ainda faltaria, a criatividade.
Admito que minha primeira conclusão sobre a construção desta peça foi o recorte de negativos e a sobreposição dos mesmo, porém ao conversar com meu pai a quinze minutos atrás, ele em um simples raciocínio concluiu o que muitos de vocês estão se perguntando. Como, em 1969, foi criada esta obra-prima? Espero que embaixo destas linhas algum criativo possa relatar a simplicidade desta composição.
Felipe Campal

Sábado, 15 de Março de 2008

MUNDO MODERNO

Mundo moderno, marco malévolo, mesclando mentiras, modificando maneiras, mascarando maracutáias, majestoso manicômio, meu monólogo, mostra mentiras mazelas misérias, massacres miscigenação, morticínio maior maldade mundial, madrugada matuto magro macrocéfalo mastiga média morna, monta matungo malhado munindo machado martelo mochila murcha margeia mata maior, manhãzinha move moinho moendo macaxeira mandioca, meio dia mata marreco manjar melhorzinho, meia noite mima mulherzinha mimosa Maria morena momento maravilha motivação mutua, mas monocôrdia mesmice, muitos migram macilentos maltrapilhos moravam modestamente malocas metropolitanas, mocambos miseráveis menos moral menos mantimentos mais menosprezo, metade morre mundo maligno, misturando mendigos maltratandos menores metralhados, militares mandões, meretrizes, marafonas mocinhas, mera meninas mariposas mortificando-se moralmente modestas moças maculadas mercenárias mulheres marcadas, mundo medíocre, milionários montam mansões magníficas melhor mármore mobília mirabolante, máxima megalomania, mordomo Mercedes motorista, mãos magnatas manobrando milhões mas maioria morre minguando moradia meiagua menos marquise, mundo maluco, máquina mortífera, mundo moderno melhore, mais melhore muito, melhore mesmo, merecemos maldito mundo moderno, mundinho merda.
Chico Anísio

Quinta-feira, 13 de Março de 2008

RENNER R$19,90




Quarta-feira, 12 de Março de 2008

ACONTECE TODOS OS DIAS...


MAS NUNCA É IGUAL.


LAGOA DA CONCEIÇÃO


O SONHADOR

Quando fizeres algo nobre e belo e ninguém notar, não fique triste. Pois o sol toda manhã faz um lindo espetáculo e no entanto, a maioria da platéia ainda dorme.
Jonh Lennon



BALNEÁRIO CAMBORIÚ


EN LAS ROCAS




PIRIÁPOLIS - URU




PEARL JAM


HOMENAGEM

MÚSICA : SONS E SILÊNCIOS.




HISTÓRIAS EM 4 RODAS